O Avesso Das Coisas

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INFORMAÇÕES:

CARACTERÍSTICAS

FormatoBROCHURA
Número de Páginas320
SubtítuloO avesso das coisas
EditoraRECORD
AutorCARLOS DRUMMOND DE ANDRADE
Ano da Edição2026
EAN139788501924322
Edição1
IdiomaPORTUGUES
FabricanteRECORD
ISBN8501924326
Páginas320

DESCRIÇÃO DO ITEM:

PREVISÃO DE LANÇAMENTO: 06/04/2026. O avesso das coisas , de Carlos Drummond de Andrade, está de volta. Uma reunião bem-humorada dos aforismos do maior poeta do Brasil. Agora com novo projeto gráfico, ilustrações de Dedé Laurentino e posfácio de Pedro Bial. Um aforismo é uma sentença, uma tirada, uma observação ' filosófica ou humorística ' que nos apresenta, subitamente, uma visão inusitada, uma ideia pelo avesso, capaz de questionar 'verdades'cristalizadas ao longo de séculos. Neste O avesso das coisas , organizado pelo autor ainda em vida e publicado postumamente, em 1988, Drummond repensa o mundo. Agora, nesta nova edição, com ilustrações de Dedé Laurentino e posfácio de Pedro Bial. O fato de a obra ter vindo à tona na fase crepuscular do escritor mineiro não é mera coincidência. Diversos autores escreveram aforismos em situações-limite ou nos seus derradeiros dias, como um último esforço no plano das ideias. O Poeta das Sete Faces, portanto, junta-se a um seleto grupo de escritores e pensadores ' Hipócrates, Oscar Wilde, Nietzsche e Kafka ' que deixaram suas marcas neste saboroso gênero milenar. Em suas pílulas idiossincráticas, dispostas aqui em ordem alfabética, Drummond destila conhecimento enciclopédico ao redefinir temas universais: do amor à guerra, da velhice ao perdão. Por outro lado, é curioso conferir a visão peculiar de nosso maior poeta sobre temas aparentemente corriqueiros, como a vadiagem, a estátua, o sono e a zebra. A tão propalada ironia drummondiana aparece com força naquilo que o autor jocosamente chamou de 'mínimas', definidas por ele como 'algumas coisas que não chegam a alcançar a sabedoria'. Para além da conhecida modéstia do escritor, nesta coleção de 'anotações vadias'Drummond surge engraçado, picaresco, nonsense e debochado, mas também reflexivo. O certo é que, ao final deste O avesso das coisas, o leitor pode tranquilamente se valer de um dos muitos aforismos lapidares do livro e, enfim, dizer: 'É bom ler, e ótimo ter lido.' 'Não é comum encontrar tal poder de comunicação na linguagem poética, domínio da expressividade. Vários versos de Drummond foram incorporados ao dia a dia das falas brasileiras, desde a pergunta sem resposta que faz a José ao retrato que dói na parede.'Pedro Bial, para o posfácio de O avesso das coisas .
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