Direito Das Contrapartidas Computacionais

Por: R$ 166,00ou X de

Formas de pagamento:
Opções de Parcelamento:
  • à vista R$ 166,00
  • 2X de R$ 83,00 sem juros
  • 3X de R$ 55,33 sem juros
  • 4X de R$ 41,50 sem juros
  • 5X de R$ 33,20 sem juros
  • 6X de R$ 27,66 sem juros
  • 7X de R$ 23,71 sem juros
  • 8X de R$ 20,75 sem juros
Outras formas de pagamento
Comprar

INFORMAÇÕES:

CARACTERÍSTICAS

FormatoBROCHURA
Número de Páginas336
SubtítuloUMA TEORIA JURIDICA DA RECIPROCIDADE NA ORDEM COMPUTACIONAL
EditoraEDITORA FOCO
AutorMACHIDOVEL TRIGUEIRO FILHO
Ano da Edição2026
EAN139788582426609
Edição1
IdiomaPORTUGUES
FabricanteEDITORA FOCO
ISBN8582426607
Páginas336

DESCRIÇÃO DO ITEM:

PREVISÃO DE LANÇAMENTO: 30/09/2026. Direito das Contrapartidas Computacionais 1ª Ed - 2026 Uma Teoria Jurídica da Reciprocidade na Ordem Computacional - Quando a nuvem ganha endereço (galpões que consomem energia, água, solo e território para computar em escala), o poder material da ordem computacional se converte em valor privado. Nasce aí a pergunta que este livro enfrenta de forma pioneira: quando esse poder vira riqueza, o que deve retornar, a quem, em que medida e com que prova? A resposta de Machidovel Trigueiro Filho é uma teoria jurídica nova, construída sobre um nome antigo reabilitado para o século: o sinalagma computacional, ou seja, a reciprocidade estruturada entre a coletividade que sustenta a infraestrutura e quem dela extrai vantagem. Ao longo de vinte e oito capítulos, a obra parte da materialidade (a corrida global por data centers, os enclaves computacionais, as rendas locacionais e as externalidades) para erguer uma dogmática completa da contrapartida computacional como categoria jurídica autônoma: sua definição e natureza, seus fundamentos constitucionais, os gatilhos de exigibilidade e o nexo de imputação, sintetizados no original 'Teste dos Cinco Vínculos', além de uma taxonomia que distingue contrapartidas mitigatórias, retributivas e estruturantes. Em seguida, percorre as espécies, uma a uma: fiscais e econômicas (com análise do REDATA e da reforma tributária), energéticas, hídricas e ambientais, de conectividade, territoriais e urbanísticas (com um inédito estudo de impacto de vizinhança computacional), tecnológicas e de capacitação, e de dados e residência computacional. Trata, então, dos instrumentos (do ato-condição ao clawback e ao enforcement), da doutrina das contrapartidas mensuráveis (a métrica como ato jurídico), da governança do retorno, do federalismo da reciprocidade, dos limites internacionais (OMC, investimento e acordos entre governos) e da justiça computacional distributiva. O trabalho tem a rara honestidade de expor as três posições de quem o escreve: o professor da Universidade Federal do Ceará, o gestor público que viu categorias virarem norma em Caucaia, e o advogado, e culmina em um estudo de caso em primeira pessoa sobre o corredor de Caucaia e Pecém, no diálogo entre teoria e experiência. Fecha com uma Tábua de princípios, um anteprojeto de Estatuto das Contrapartidas Computacionais e apêndices operacionais (matriz comparada internacional, guia de mensuração e auditoria e cláusulas-modelo) que entregam ao leitor não apenas uma teoria, mas ferramentas de trabalho. Obra fundacional, escrita para ser testada, discutida e emendada, é leitura indispensável para juristas, reguladores, gestores públicos, advogados de infraestrutura e tecnologia, e para todos os que percebem que o direito ainda não tinha uma gramática à altura da economia dos data centers.
Desconto Aqui