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A Utopia Do Socialismo

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INFORMAÇÕES:

CARACTERÍSTICAS

FormatoBROCHURA
Número de Páginas272
SubtítuloBUSSOLA PARA UMA REVOLUCAO SUSTENTAVEL
EditoraBOITEMPO
AutorVARIOS
Ano da Edição2026
EAN139786557175552
Edição1
IdiomaPORTUGUES
FabricanteBOITEMPO
ISBN6557175556
Páginas272

DESCRIÇÃO DO ITEM:

PREVISÃO DE LANÇAMENTO: 16/04/2026. É possível uma mudança ecológica radical dentro das regras do capitalismo? Para Klaus Dörre, não haverá revolução sustentável que não seja também socialista. Em A utopia do socialismo: bússola para uma revolução sustentável, Dörre argumenta que uma sociedade capaz de superar democraticamente a lógica incessante de expropriação do espaço e dos bens comuns precisa ser socialista. Na obra, o alemão apresenta, com rigor analítico, um projeto de nova política para o século XXI. O livro percorre temas decisivos como a crise entre ecologia e economia, transição energética, automação e mundo do trabalho, bem-estar social, racionalidade produtiva e participação política. Em cada eixo, o socialismo sustentável emerge como proposta concreta de transição estrutural da relação entre sociedade e natureza. A proposta da obra integra reivindicações ecológicas, feministas, trabalhistas, antirracistas e indígenas a uma plataforma anticapitalista plural: 'Dörre nos propõe um exercício de imaginação e oferece respostas sobre como transformar o regime de propriedade, a produção e a reprodução social, o consumo, o transporte, o trabalho, as formas de participação política e o direito. Sem utopia, diz, o socialismo não terá chance no século XXI. Sua tese é de que a crítica negativa não é mais suficiente para uma perspectiva política. É preciso mostrar que temos, sim, uma proposta objetiva para a transformação social e que ela é não só viável, mas talvez a única alternativa que nos separe da catástrofe e, até mesmo, da extinção', escreve Bruna Della Torre no texto de orelha. Trecho 'As causas sistêmicas para a diminuição da dinâmica de crescimento podem ser encontradas não apenas na oferta, mas também na demanda. Embora a adaptação ao crescimento fraco seja possível em economias capitalistas, ao menos, em princípio, os capitalismos pré-industriais se baseavam em taxas de crescimento relativamente reduzidas e isso é politicamente muito difícil hoje, porque a pobreza, a precariedade e a desigualdade realmente aumentam em condições de baixo crescimento. Esses efeitos só poderiam ser evitados mediante a implementação de medidas de redistribuição, capazes de estabilizar o sistema. No entanto, tais medidas não têm sido aplicadas de forma consistente nos centros capitalistas. Uma vez que as constantes taxas de crescimento em queda geram apenas o retorno atrasado dos investimentos das empresas, a falta de redistribuição atua como amplificador de desigualdades.'
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