Arqueologia Do Comando Naval
De: R$ 0,00Por: R$ 44,00ou X de
Formas de pagamento:
Detalhes
CARACTERÍSTICAS
Formato | BROCHURA |
---|---|
Número de Páginas | 107 |
Subtítulo | A FIGURA DO TRIERARCHA NA ERA CLASSICA |
Editora | APPRIS |
Autor | ALAIR FIGUEIREDO DUARTE |
Ano da Edição | 2025 |
EAN13 | 9786525076621 |
Edição | 1 |
Idioma | PORTUGUES |
Fabricante | APPRIS |
ISBN | 6525076625 |
Páginas | 107 |
Saiba mais
PREVISÃO DE LANÇAMENTO: 07/06/2025. Em relação ao comando naval em Atenas, compreendido como o exercício da trierarchia - magistratura e instituição ateniense - , somos remetidos a realizar uma análise de longa duração utilizando-nos das faces da memória. A partir dessa perspectiva, a obra Argonautika, de Apolônio de Rodes, escrita no século III a.C., mostra-se pertinente para a análise das tradições que envolvem o comando naval e as articulações de grupos aristocráticos de Atenas em oposição aos grupos oligarcas atenienses no início do século IV a.C. Se apropriando dos preceitos teóricos de Norbert Elias, presentes na obra A profissão naval, foi possível analisar o cenário de disputas políticas e esforços contra as intervenções pró-esparta na Ática e regiões adjacentes. Desse modo tornou-se possível discorrer sobre a política social e geopolítica ateniense ao início do século IV a.C., sem deixar de mencionar alguns eventos: derrota para Esparta na Guerra do Peloponeso, a Guerra de Corinto e a criação da Segunda Liga em 377 a.C. Inseridos nesse contexto, deliberamos lançar luz sobre o recorte temporal entre 377 e 357 a.C., envolvendo a criação da Segunda Liga e o estabelecimento da Lei de Periandro, a qual permite a divisão pecuniária da manutenção da trierarchia em Atenas. Embora seja questão pacificada na historiografia que o trierarcha deveria financiar a construção de uma embarcação de guerra do tipo trieres, questionamos as dimensões das suas atribuições, tanto quanto as motivações que levariam um rico e proeminente cidadão a se voluntariar a investir e assumir o comando dessas embarcações. Também questionamos se esses trierarchas eram apenas financiadores navais ou exerciam um comando operacional marítimo à frente da sua tripulação.